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Perseverar em Fé?

(por Pedro Domingos)

“Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração.”
Romanos 12:11-12

Estava meditando a respeito de onde, como e por que vêm as minhas incertezas e aflições a respeito do futuro. Em todas as áreas de nossas vidas. Se sabemos e CREMOS que Deus está no controle de nossas vidas, por que tememos?

Reparei que ficamos tão apegados aos nossos sonhos, que nós mesmos fazemos. Sonhos que são tão bons e justos para nós e nossa família, que temos medo de que Deus não faça aquilo que nós já sonhamos e queremos. No fundo acreditamos que Deus fará o melhor, mas, na verdade, talvez inconscientemente, queremos que Deus faça aquilo que nós queremos.

E quando a vida vai seguindo, as coisas vão tomando forma. Então percebemos que “aquilo que sonhamos e queríamos acreditar que era vontade de Deus para nós”, não acontece. Começamos a ficar aflitos, tristes e decepcionados. E depois, bem depois, quando Deus nos leva a caminhos nunca antes pensados, é que vemos o resultado final e percebemos que foi a mão de Deus que nos guiou. Assim, contemplamos quão MARAVILHOSO resultado e consequências que tivemos ao seguir por esse caminho.

Agora, o grande desafio para nós é não meditarmos em cima disso com aqueles acontecimentos do passado, mas sim ressignificá-los. Colocar esse pensamento em cima do que estamos vivendo AGORA.

É difícil, mas necessitamos crer (e agir de acordo) que Deus criou o Universo inteiro, e é dono de tudo e de todos. Não há nada maior que Ele nessa terra. Ele cuida de nós, entregou Jesus por nós, nos ama, e está preparando uma moradia eterna para podermos adorá-lo com todo nosso ser para sempre!

Você precisa crer que esse Deus está te fazendo passar por esses caminhos hoje, os quais parecem um pouco incertos, estranhos, nunca andados, mas ele está te conduzindo para o melhor caminho, para o caminho verdadeiro dele. E Ele não te deixará na mão. Te levará à vitória seja qual for a área, te preparando para o grande encontro, onde viveremos com ele para sempre!

“Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.” II Coríntios 4:16-18

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No mundo tereis aflições

João 16:33 – “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.”

(por Eleude Dias Lima de Moraes)

Aflição, conforme o dicionário, é condição de aflito, preocupação, ansiedade, sofrimento.

Quem de nós já não viveu ou está vivendo momentos difíceis de dor e amargura?

Não são poucas as vezes que procuramos respostas para nossas perguntas e não as encontramos. Olhamos para nossos problemas e achamos que Deus se esqueceu de nós. Sentimos nossa fé abalada e nos deprimimos.

É nesta hora que precisamos nos revestir da Palavra, buscar a presença do Senhor e meditar nas suas promessas. É a hora de reavaliarmos nossas atitudes e nos espelharmos nos exemplos de Paulo. “Porque quando estou fraco então sou forte”. (2 Coríntios 12:9-10)

Quando vivemos dias tranquilos, nos esquecemos de Deus, só o buscamos incessantemente quando estamos fracos. Deus permite os sofrimentos para refletirmos sobre nossas atitudes. As aflições vêm para nos fortalecer, para estarmos mais próximos dEle. Lembro-me do sofrimento que vivi em 1996, quando meu pequeno foi diagnosticado com leucemia. Para mim, naquele dia, Deus havia decretado o meu fim. E o sofrimento me aproximou de Deus, pois tive que buscar forças onde não existia. Ele foi a minha fortaleza.

Foram momentos de reflexão e resignação na presença do Senhor, e Ele me honrou com sua promessa. “Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.”(Jeremias 29:13). Ele restaurou minha alegria de viver permitindo a cura.

As aflições vêm para refletirmos sobre nossa resistência, individualismo, egoísmo, etc. E nem sempre isso é negativo, elas podem nos levar para mais perto de Deus. Pense nisso!

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A oração que agrada a Deus | Parte 2

(por Alex Gomes da Silva)

Para finalizar a reflexão do domingo passado, voltemos ao texto inicial (Mateus 6:6). Partindo da ideia do que não é oração que agrada a DEUS e ressaltando que a questão não é o lugar, o ambi-ente, a forma, afinal, não adianta ir para o quarto em secreto, fechar a porta e nem DEUS conseguir entrar. Ainda que ELE saiba como eu me sinto, ELE trabalha pra que eu saiba o que o que eu mesmo estou sentindo e com quem estou conversando e o que ELE está sentindo também.

É importante a interação com ELE, concentração NELE, fechar a porta da mente (isso é estar real-mente em secreto). DEUS se concentra em mim ainda que ELE tenha o universo todo para cuidar. É isso que ELE espera na oração.

Oração é para que eu conheça a DEUS, não para eu exigir DELE, e dos outros, aquilo que nem eu estou cumprindo. Quando eu oro, finamente entro em contato com a realidade! Quando eu tenho um tempo real com DEUS (seja onde, quando e como for) eu nunca termino como eu comecei!

Aprendi, ao longo da caminhada, que não sou autossuficiente (como eu pensava), mas tenho a suficiência do alto (de DEUS). Com isso, a oração passou a ser uma ferramenta, não para mudar as coisas, mas para me mudar. Quando oro com base na redenção de JESUS na cruz, percebo que a oração altera a maneira a qual encaro as coisas. Dessa forma, quando eu oro, não viso mais modificar as circunstâncias, os acontecimentos, o ambiente, os outros, mas sim, dar espaço para DEUS modificar a minha disposição.

“Orar”
Atilano Muradas

Orar, ah! Orar
Quem é que sabe orar

Orar não é pedir e só pedir
Orar não é falar até cansar
Orar, você pode orar em casa, na igreja, no seu carro, pode orar até na rua

Orar é falar com Deus, é louvar e agradecer
pela vida que nos deu

Orar é se abrir com Deus, dizer o pensamento seu
que Ele vai lhe entender

Orar, ah! orar
quem é que sabe orar?

Orar não é chorar até secar
Orar não é só ajoelhar
Orar não é só falar em línguas
Não é só interceder
Não é só de madrugada

Para orar é preciso disciplina
Mas não é a disciplina que fará Deus responder
Orar é ligar-se ao céu
É a chave para o crente receber poder de Deus

Orar, ah! orar
quem é que sabe orar?

Se você continuar a fazer o que sempre fez
certamente obterá o que sempre obteve (eu sei)
Se você continuar a orar o que sempre orou
certamente obterá o que sempre obteve (eu sei)
cada dia é preciso, é preciso mais fé
é preciso deixarmos de ser Tomé

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Oração | Parte1

(por Alex Gomes da Silva)

Leia Mateus 6:6 (de preferência, todo o Sermão do Monte).

Certa vez, em uma vigília, refletimos sobre o tema “A oração que agrada a DEUS”. Uma propaganda de um canal jornalístico dizia que não são as respostas que movem o mundo, mas as perguntas. A cultura judaica parte do mesmo princípio, tanto que JESUS iniciava as respostas DELE com outras perguntas. Isso porque as perguntas nos levam à reflexão (mesmo quando pensamos que já sabemos de tudo sobre um determinado assunto).

– Para exercer a oração que agrada a DEUS, eu tenho noção do que não agrada a ELE?
– Faço de DEUS um balcão de solicitações?
– Eu estou no extremo da insensibilidade e faço mecanicamente?
– Ou estou no extremo da alta carga emocional (sem equilíbrio, como numa discussão)?
– Estou parando para ouvir a DEUS, ou só eu falo na oração?
– Eu realmente creio que posso ouvir a DEUS, ou que ELE me ouve?
– Há um relacionamento de intimidade, ou só DEUS se dedica e eu não?
– Há empatia em minha oração?
Empatia é se importar com o outro, com o que pensa e sente. É refletir, se perguntando porque estão dizendo o que estão dizendo. Pensar no que está se passando na cabeça do outro, não na sua. Isso nos faz evitar o julgamento e nos leva na direção da compreensão e compaixão (Marcos 1:41).

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Família da fé

(por Cristina Teles)

Um dia a minha amiga me disse: “Hoje minha al-ma amanheceu aflita, tento me concentrar, mas em vão, eu não posso, porque não consegui depositar no altar de Deus as minhas expectativas e deixá-las lá. Não posso dividir isso com ninguém da minha igreja, porque a sensação que tenho ali é que ninguém tem problemas, tenho a impressão que todos são “blindados”, e somente eu não sou especial para Deus”.

Eu, simplesmente, não tive resposta para dar a ela, mas comecei a pensar o quão semelhante esse tipo de pensamento ocorre em muitas pessoas, talvez em mim mesma, pois nunca havia parado para pensar nisso. A carta aos Gálatas nos manda que façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé.

Muitas vezes é preciso dar uma palavra de conso-lo a alguém, mas não é dada; Outras vezes um sorriso, mas não é dado; Quem sabe um abraço, mas não é dado; Um simples olhar amigo, mas não é dado; Um telefonema; uma mensagem, mas não são dados.

Essa questão da minha amiga tem me incomoda-do bastante e venho refletindo sobre isso, pedin-do a Deus um coração melhor para que eu possa começar a ser mais atenciosa e mais afetuosa com os meus irmãos da minha família da fé. Talvez alguém tenha uma resposta para as questões da minha querida amiga e eu aceitaria que você a escrevesse aqui para que juntos refletíssemos sobre isso.

Fica aqui o convite!

“Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé.”
Gálatas 6:10

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Porta Aberta

(por Alex Gomes da Silva)

JESUS me conhece, caminha comigo e anda em nosso meio. Por isso ELE sabe que sou culpado e que tenho pouca força. Com isso, o que JESUS espera de mim é perfeitamente possível, uma vez que ELE sabe até onde eu posso ir.

JESUS deixa a porta aberta (Apocalipse 3:8), o que pode representar oportunidades, as quais eu escolho se aproveito ou não.

Se escolher “não”, devo assumir as consequências, quando JESUS fechar a porta. JESUS não pressiona para entrar pela porta que ELE deixa aberta; mas também, quando fecha, não deixa mais qualquer pessoa entrar.

Ao escolher “sim”, aproveito a oportunidade de ser usado pelo DEUS que conhece minhas limitações e, justamente por isso, sabe como me capacitar para a obra DELE. Cabe a mim, portanto, preservar a Palavra de DEUS e seguir em obediência a essa Palavra.

[Inspirado na mensagem do dia 17.2.2019, quando o Rev. Eber nos apresentou nosso novo moto.]

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Uma igreja nossa

(por Cristina Teles)

A IPI do Moinho Velho completa mais um ano de existência e isso é motivo de muita alegria. Cada irmão e irmã que por aqui congregaram, ajudaram a escrever um pouco desta história.

Se não fosse limitado o espaço deste texto, poderíamos aqui fazer uma relação com os nomes de todos os seus membros, pois só nos cabe agradecê-los pelo empenho em manter a Igreja de Cristo viva, contribuindo assim, de forma efetiva, para que pudéssemos comemorar mais uma década de existência de nossa tão amada Igreja.

Foram vários momentos vividos aqui. Já nos alegramos, já choramos, enfrentamos dificuldades, mas sempre juntos, uns fortalecendo os outros no amor de Cristo.

Alguns já foram recolhidos, mas deixaram a sua semente, que geminou e floresceu. Outros, por alguma razão, simplesmente se foram, mas deixaram ali o seu coração. Lembranças, boas ou ruins, são assim, são dádivas, são LEMBRANÇAS. De acordo com a régua de lembranças, criada agora neste texto, quanto mais lembranças se tem, melhor foi o que passou, pois Deus nos permite que só nos recordemos de coisas boas.

O fato é que Deus nos deu uma Igreja para cuidarmos, nos incumbiu de cuidá-la tanto na sua parte espiritual quanto em seu espaço físico e nisso, todos nós, estamos empenhados em fazê-lo com amor e zelo, para que assim sejamos alimentados espiritualmente e prosperemos na fé em direção ao alvo que é Jesus Cristo.

Agradecemos a todos que contribuíram para que ela crescesse e permanecesse 70 anos neste bairro, pedimos que Deus conceda muita sabedoria aos seus líderes, perseverança aos seus membros, para juntos, lidarmos com os assuntos pertinentes à casa de Deus. Que assim ela se perpetue, não só neste lugar, mas também no coração dos que aqui estão e daqueles que por aqui já passaram ou ainda passarão.

Deus seja louvado!

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor!” Salmo 122.1

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MOTIVAÇÃO – Parte 1

(por Rodrigo Spakovskis)

O que te motiva? No seu dia-a-da, enquanto me-dita na palavra, trabalha, estuda… O que te moti-va? Por que você faz o que faz? Do latim “motus” (movido) ou “motio” (movimento), essa palavra está relacionada a sair de um estado para outro, ou seja, entende-se nesse caso usar como base o princípio de inércia. Lembra-se das aulas de física?

Um corpo em repouso tende a permanecer assim até que uma determinada força “aja” de tal forma a tirá-lo do seu estado natural. Da mesma maneira esse corpo, agora em movimento, tende a permanecer assim até que uma determinada força “aja” de tal forma a tirá-lo do seu estado atual

Qual é o estado natural espiritual do homem? Para Thomas Hobbes o estado natural do homem é o pecado, por si só. Já para Jean Jacques Rousseau o homem é bom em seu estado natural. Para dirimir esse embate (como se na verdade já não o soubéssemos) podemos recorrer à passagem em Romanos 7:14-17, onde o apóstolo Paulo reconhece sua natureza (estado) pecaminosa e sua inclinação (tendência) ao pecado, assim também somos nós. Para sair desse estado natural inercial, uma grandeza – que não se pode medir ou mensurar – age no corpo físico e espiritual do judeu Saulo (At 9:3-21) transladando de um estado para outro aquele homem, gerando um movimento que age, trans-forma, restaura e edifica as pessoas que estão à sua volta. Por que não seria conosco assim? Talvez encontremos motivos para uma ação (motivação) em tudo o que fazemos, mas em uma análise mais profunda não há outra força a qual podemos e devemos nos mover e viver (At 17:28), que nos mostra nosso real estado e nos impulsiona, nos tira do estado de transe humano para um estado de transformação de espírito pelo Espírito.

Você conhece a força que pode lhe tirar do seu estado, portanto, deixe essa força agir em você.

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Nada menos do que o melhor

(por André Cocareli)

Certa vez, no trabalho, o chefe do nosso departa-mento se levantou e escreveu em uma lousa que ficava na sala: EXCELÊNCIA. Apenas isso, uma úni-ca palavra. Em seguida, explicou a todos que desejava ver sendo produzido ali o melhor trabalho, algo que fosse irretocável, verdadeiramente bom.

Excelência: estado ou qualidade de excelente, muito bom e de grandeza.

Quando o assunto é atividade profissional/carreira e quando falamos em uma empresa justa e correta, sabemos que aquele que desempenha bem suas tarefas, é dedicado em suas funções e busca dar o seu melhor naquilo que faz tende a estar mais perto das recompensas e promoções. E a própria Palavra nos ori-enta quanto a isso:

“Vós, servos, obedecei em tudo a vosso senhor segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus. E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.” Colossenses 3:22-24

E quando o contexto se refere à obra feita ao Pai de maneira direta? Como tratamos o nosso serviço no Reino de Deus? De qual modo temos trabalhado no cumprimento do plano divino? Qual tem sido nosso senso de responsabilidade diante das ordenanças de Cristo?

Via de regra, na maior parte das vezes, as tarefas do Reino não são remuneradas, tampouco são tratadas com “pompa e circunstância”. Nossas recompensas visam essencialmente à eternidade e não a privilégios imediatos ou terrenos. Somos chamados a servir. E servir com o nosso MELHOR. Nada menos do que isso. Fugindo da mediocridade e buscando sempre a EXCELÊNCIA, até porque o recado que a Palavra nos traz nesse sentido não é nada agradável:

“Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente”. Jeremias 48:10

“Nós somos o que repetidamente fazemos. A excelência, então, não é um ato, mas um hábi-to.”
(Will Durant, filósofo estadunidense, em resumo ao
pensamento aristotélico sobre excelência.)

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Uma pedra no sapato, uma pedra no meu caminho!

(por Rodrigo Spakovskis)

Você já teve a experiência de ter uma pequena pedra dentro do seu calçado e tentar andar? Se sim você deve concordar que dói, correto? Imagine, então, se tentar correr com essa situação, incomoda e muito.

Outra situação, você já brincou de “amarelinha”? Se não, peço para que pergunte a alguém mais velho sobre isso, mas segue uma ilustração.
A ideia básica era sair do inferno e chegar ao céu. Tínhamos que procurar uma pedra que fosse ideal de ser lançada e ficar parada quando tocasse o chão, no número escolhido. Você procurava boas pedras para isso? Nesse caso, em contrapartida com a ideia do primeiro parágrafo, a pedra deveria ser nossa aliada, mas por vezes, era o contrário. 

Na palavra de DEUS, em uma pesquisa no site “https://www.bibliaonline.com.br/acf/busca?q=pedra+de+tropeco”, encontrei ao menos 522 citações sobre pedra de tropeço. A que mais me chama a atenção (obviamente não li todas) é a da parábola contada por JESUS, que pode ser lida em Mateus 21. JESUS, a pedra angular (principal), pode servir de alicerce para nossa vida ou para perdição aos que não crerem (I Pe 2:6-8).

Certamente você encontrará pedras em seu caminho durante sua caminhada da fé, observe se esta é para perdição ou salvação. Que seu ano de 2019 comece sem pedra no sapato, mas se houver, aja com sabedoria para torná-la uma pedra para salvação, santificação, perdão…
Que DEUS te abençoe.